camara de ipojuca

Albérico da Cobal “rasga o verbo” em sessão ordinária na Câmara do Ipojuca e parte em defesa de Carlos Santana

Empresário tranquilo com as articulações políticas

Foi uma reunião daquelas, na casa legislativa do Ipojuca. O peemedebista Albérico da Cobal, o maior vendedor de açúcar da Usina Ipojuca, foi o maior defensor das iniciativas do poder Executivo ipojucano.

Primeiro iniciou suas palavras criticando as pessoas que faziam más menções de seu nome nas redes sociais, Logo em seguida, disse que está cumprindo seu papel como vereador, que é de fiscalizar o trabalho do prefeito Carlos Santana, do PSDB.

“Vou defender o meu mandato. Nós sabemos que os ipojucanos estão sem emprego, que o comércio está acabado e que o nosso município está defasado. Mas, se nós não trabalharmos vai ser pior”, comentou, em resumo, da Cobal.

Em um breve, porém agitado bate boca com o oposicionista Paulinho Nascimento, do PDT, Albérico afirmou que “tudo o que o prefeito trouxer vai ser aprovado”, disse.

Albérico falou também que não adiantar fazer oposição sem fundamentos, que é preciso ajudar o povo de Ipojuca. O peemedebista não se colocou nem a favor (aliado) nem contra (oposição) a Carlos Santana, apenas ressaltou que defenderá seu mandato, que foi dado pelo povo.

Vereador Irmão Ricardo vai à rua conversar com a população ipojucana

Líder do Governo de Carlos Santana, do PSDB, prefeito do Ipojuca, na câmara municipal, o vereador Irmão Ricardo, do PTC, comemora sua atuação em seis meses de mandato com mais de cem indicações e três projetos, onde desses, dois foram sancionados pelo executivo.

Ricardo protocola seu mandato de modo itinerante, seja dentro do governo, com todos os secretários, ou na rua, ouvindo a população de forma democrática. Essa iniciativa ele rotula como Gabinete na Rua, onde é escolhido, aleatoriamente, um lugar para instalar seu gabinete externo ao parlamento e legislar em prol da população.

Para o vereador, “essas atitudes nada mais é do que a promoção de cidadania e a valorização do direito do povo”.

Câmara de Ipojuca envia NOVA nota em resposta à matéria do DP

DSC_2099

NOTA OFICIAL

Resposta da Câmara Municipal do Ipojuca à matéria “Prefeito de Ipojuca caça “funcionários fantasmas”, veiculada em 21/02/2013, em www.diariodepernambuco.com.br

A Câmara Municipal do Ipojuca vem, através deste, divulgar resposta à matéria intitulada “Prefeito de Ipojuca caça “funcionários fantasmas”. Na referida reportagem, o chefe do Executivo Municipal afirmou que professores teriam sido “licenciados dos seus cargos para trabalharem na Câmara de Vereadores da cidade” e que “essas regalias eram cedidas por vereadores para deixar os funcionários sem prestar serviços à prefeitura“.

Em pronunciamento oficial, durante a sessão parlamentar de ontem (26/02), o Vereador e Presidente da Câmara do Ipojuca, Olavo Aguiar, declarou que as afirmações do prefeito não procedem e que, de forma alguma, a Câmara emprega ou empregou professores licenciados para deixá-los “sem prestar serviço à prefeitura”, como teria sugerido o prefeito. Assim que tomou conhecimento da matéria, o presidente solicitou a analise de um levantamento que havia sido realizado pelo Departamento Pessoal da Casa, nos últimos dois anos. A análise confirmou a inocorrência das declarações.

A Câmara assegura que as afirmações são inverídicas e equivocadas, promovendo uma estranheza coletiva em relação à atitude do chefe do Executivo. Acredita-se que tais declarações tenham sido guiadas por assessores mal informados. Não existe funcionário fantasma na Prefeitura do Ipojuca que esteja cedido a vereador. Essa prática não é tolerada na instituição.

A Câmara ressalta, ainda, o fato de na última eleição ter ocorrido uma renovação de 60% no quadro de Vereadores e que muita coisa já mudou no funcionamento da Casa. A Câmara do Ipojuca quer destacar o compromisso e o empenho da nova gestão em promover profundas transformações para mudar a imagem deste Poder, tão desgastada nos últimos anos.

Carlos Monteiro deixa a câmara com o sentimento de dever cumprido

Carlos Monteiro deixa a câmara, mas adimite não deixar a política

O ex-vereador e presidente da câmara municipal de Ipojuca, Carlos Monteiro, se despediu das atividades parlamentares com as contas aprovadas e zeradas. Essa garantia foi dada por ele mesmo e além das contas terem batidos, Monteiro também contabiliza melhorias nos trabalhos legislativos, como a ampliação da câmara com o anexo 2, a redução de cargos comissionados atendendo a Lei de responsabilidade fiscal, o ingresso de mais 52 concursados, totalizando, hoje, 82 no quadro de funcionários da casa e a devolução (sobra) de quase 4 milhões de reais aos cofres do executivo municipal.

“Entrego a câmara com tudo em dias, sem atropelos, nem atrasos. Realizamos a melhor gestão com responsabilidade nas contas e na receita da casa”, disse, Monteiro.

Agora a “caneta” está com o vereador Olavo Aguiar, que foi apadrinhado por Carlos Monteiro nas eleições do ano passado e ampliou seu eleitorado, além de articular a mesa.

LOA 2013 está comprometida por conta da ausência do secretário de Finanças, Aristeu Figueiras, segundo Ricardo Lins

Final de governo atrapalhado, em Ipojuca

Da Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Ipojuca

Patrícia Cunha

A audiência pública que deveria pôr em discussão orçamento do município do Ipojuca foi encerrada devido à falta de comparecimento de representantes do Executivo Municipal. Depois de uma espera de 40 minutos, o vereador e presidente da Câmara do Ipojuca, Carlos Monteiro, declarou a reunião encerrada. Dos10 vereadores da Casa, seis estavam presentes.

A audiência pública foi iniciada, mas o debate sobre o orçamento não pôde ser desenvolvido. Compareceram ao evento dezenas de entidades da sociedade civil organizada, dentre as quais associações de moradores, de produtores rurais, comunitárias e conselhos tutelares. O economista da Câmara dos Vereadores, Ricardo Lins, salientou a necessidade de um representante da prefeitura para apresentar o projeto de orçamento à população. “É imprescindível a presença de alguém ligado à elaboração do orçamento para tirar as dúvidas e acolher as sugestões da população”, declarou Ricardo.

No final da manhã, foi informado que o secretário de agricultura do município, Paulo Beltrão, estaria a caminho. Mas, ainda de acordo com Ricardo Lins, ele não poderia explanar sobre o orçamento do município, o que cabe à Secretaria de Finanças, cujo secretário é Aristeu Figueiras. O presidente da Câmara, Carlos Monteiro, encerrou a audiência frisando que todos os secretários municipais foram convidados, com antecedência, através de ofício.

Não há mais tempo hábil para realização da audiência pública que debateria o orçamento de Ipojuca de 2013. É que, de acordo com a Constituição Estadual, o Projeto da Lei Orgânica Anual (LOA) deve voltar para o Executivo no início de dezembro. Antes disso, o projeto da LOA precisa, ainda, ser aprovado em duas votações na Câmara Municipal.

COLUNA DIRETO AO PONTO – com Batista Neto

 

Batista Neto

 

CÂMARA DE IPOJUCA COM NOVA MAIORIA E UMA PERGUNTA: ATÉ QUANDO?

Seis vereadores foram empossados ontem, 22, com uma ressalva: A vereadora (suplente) Maria das Dores da Paz de Santana, popularmente conhecida por Dorinha, que obteve apenas 205 votos em 2008, não foi à sessão solene de posse porque estava viajando fora do país, segundo foi informado.

Como uma pessoa consegue perder uma oportunidade como essa, ou melhor, como e até quando haverá políticos descompromissados com a população ipojucana? Será mais importante se ausentar das atividades parlamentares que rege a moralidade de um município? Essa vereadora, pelo visto, não entendeu o que aconteceu com os seis vereadores afastados ou essa já é uma resposta do que Dorinha pode fazer à população de Ipojuca?!

Segundo o presidente da casa, Paulo Nascimento, a vereadora enviou uma carta através de seu procurador, não divulgado, sobre o motivo por não poder assumir, o que foi aprovado pela maioria: os quatro antigos mais os cinco presencialmente empossado. Enquanto isso, a casa legislativa do Ipojuca estava lotada para conhecer a postura inicial dos novos parlamentares, que é composta por 10, mas só havia 9.

Basta agora esperar a justiça terminar seus julgamentos. O vereador Nen Batatinha foi o primeiro a cair tendo seu recurso reprovado. Ao longo da semana teremos mais respostas da justiça sobre os demais afastados.

 

CURTAS

IPOJUCA FUTEBOL CLUBE – O time de Ipojuca está escalado para competir o Campeonato Pernambucano da Série A2. Segundo o ex-secretário de Esporte de Ipojuca, Diego Jatobá, a garantia veio do presidente da Federação Pernambucana de Futebol, Evandro Barros Carvalho.

É DISSO QUE O IPOJUCANO PRECISA? – Um, dos seis parlamentares que tomaram posse ontem em Ipojuca, não esteve presente. O que foi dito para justificar ausência de Maria das Dores, popular Dorinha, foi: “Motivo de força de viagem”. Pelo visto muita coisa não irá mudar!!!

EM ALTO ESTILO – A ex-secretária de Turismo, Cultura e Lazer, Roseane Albuquerque, foi uma das quatro mulheres empossadas. Rose, como é conhecida, prometeu lutar pela comunidade GLS dando mais democracia a seus movimentos sociais.

AO PAI – Amara Marchante declarou que só entrou na política porque seu pai insistiu muito. Mas, está firme e comenta que se permanecer começará a colocar seus projetos em pauta.

COM POSE – O usineiro Marcos Queiroz afirmou que só fará parte de uma chapa majoritária em Ipojuca se, e somente se, o palácio se pronunciar. Perguntado se assumiria a vice de Romero caso houvesse o convite do prefeito Pedro Serafim e do próprio Romero, Queiroz disse que só iria com o aval do governador e mais ninguém.

Câmara de Ipojuca realiza audiência sobre Orçamento

 

A Câmara dos Vereadores de Ipojuca vai realizar, na próxima segunda-feira (21/11), audiência pública para debater o Orçamento Público do município para o ano de 2012. A audiência vai ocorrer no plenário da instituição, às 14h. Na ocasião, os munícipes vão ter a oportunidade de encaminhar propostas para o uso do Orçamento. (ASCOM/Patrícia Cunha)

Câmara de Ipojuca fecha em 10 vagas para 2013

 

Decisão ainda não foi oficializada, mas vereadores confirmaram à imprensa local que “apenas 4 dos dez parlamentares quiseram o aumento para 17, mas a maioria (6) venceu e a câmara ficará dez vagas”, comentou, um político da cidade do Ipojuca.

Semana que vem será oficializada essa decisão, que corrói pré-candidatos que visualizavam chances maiores para se elegerem e agora irão disputar, lado a lado, com os magnatas da câmara.

Coluna do dia 23/09

 

Batista Neto

A JUSTIÇA E CARLOS MONTEIRO

O vereador, presidente da câmara de Ipojuca e um dos políticos que mais deve satisfação à justiça apareceu, ontem, em um aniversário com amigos políticos, empresários, entre outras “coincidências”. Carlos Monteiro responde a vários processos, os quais, no momento para esse editorial, não vale a pena ressaltar todos.

A Polícia Civil concluiu, em 2008, um inquérito contra o vereador Carlos Antônio Guedes Monteiro (PMDB), 52 anos. Já no quinto mandato, ele é acusado do crime de lavagem de dinheiro público. Segundo o documento, o prejuízo aos cofres do município está estimado em R$ 3,5 milhões. Com esta quantia, o vereador teria adquirido, entre outros bens, seis veículos e dez imóveis, incluindo um apartamento em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, e um edifício de três pavimentos no Centro de Ipojuca.

O trabalho policial começou após a localização de dois caminhões em um posto da cidade, que estavam registrados em nome de uma estagiária do vereador identificada por Karina Maia Batista de Oliveira, 32, e um servidor da prefeitura, Rildo Vieira da Cunha, 55. No momento da apreensão, na época, um dos veículos era dirigido pelo assessor do vereador, Márcio Antônio Maia Silva Oliveira, 38.

Os bens de Carlos Monteiro não condizem com o salário dele, que gira em torno de R$ 3,8 mil.

O responsável pelo inquérito acrescentou que estes bens não eram declarados no Imposto de Renda nem registrados em cartório de imóveis. Além do político e das três pessoas ligadas a ele, também foram indiciados por lavagem de dinheiro os assessores Alexandre Ancheschi Werneck Fragoso, 40, Marcos Antônio Maia de Oliveira Bezerra, 64, e o irmão do vereador, o auditor fiscal Ricardo Guedes Monteiro, 55, que teria registrado a maioria dos bens adquiridos por Carlos Monteiro.

Carlos Monteiro também está envolvido no escândalo dos Cartões de Cesta Básica – junto com outros seis vereadores, um ex-secretário e quatro ex-vereadores. A ação foi ingressada pelos promotores de Justiça Roberto Brayner, Salomão Abdo Aziz Filho e Luís Sávio Loureiro, e vinha sendo acompanhada pelo atual titular da Promotoria de Justiça da Fazenda de Ipojuca, Paulo César do Nascimento.

A decisão do MPPE foi tomada com base em investigação iniciada a partir de denúncias de vários cidadãos. As cestas básicas, cada uma no valor de R$ 37,00, eram entregues pela Secretaria de Ação Social apenas a quem apresentasse um cartão vermelho numerado. Só recebiam os alimentos aqueles que apresentassem o cartão perante a Secretaria.

Foram condenados o ex-secretário de Ação Social João Carneiro Da Cunha e os vereadores Carlos Antônio Guedes Monteiro, Fernando Antônio de Oliveira (Fernando de Fausto), José Alves Bezerra Júnior (Júnior Alves), Paulo Agostinho Lins, Odimeres José da Silva (Nem Batatinha), e Valter José Pimentel (Valtinho da Sucata) e os ex-vereadores Amaro Alves da Silva, Elias José da Silva (Elias Pintor), Gilson José Ribeiro (Gilson Fica Frio) e José Heleno Alves.

O juiz Haroldo Carneiro Leão Sobrinho determinou como pena a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por cinco anos, proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais e créditos, além do ressarcimento de R$ 136,9 mil ao erário municipal e multa civil de R$ 273,8 mil, valores a serem divididos entre todos os réus. A pena só será aplicada depois que a ação transitar em julgado – ou seja, quando não houver mais possibilidade de recursos judiciais.

É esse o líder do legislativo em Ipojuca, aonde possivelmente, irá à disputa do 6º mandato consecutivo.

 

PREMIADO – O prefeito do Cabo, Lula Cabral, está com um troféu novo em sua estante. Ontem ele recebeu o Título Amigo do Fisco em Pernambuco. O prêmio condiz com o gestor que melhor desempenhou seu trabalho na sociedade.

CÂMARA DE IPOJUCA É 10 – Dez e somente dez vereadores sentaram na câmara em 2013. A decisão ainda não foi oficializada, mas nos bastidores da casa legislativa de Ipojuca a confirmação já é válida. Isso pode ser o fim dos “caldas” dos partidos.

97% dos internautas reprovaram o site da câmara de Ipojuca

 

Fonte: site da câmara

 

VERGONHA - A Câmara Municipal do Ipojuca, composta por dez vereadores da base do executivo, além dos mandatos perseguidos (em sua maioria), tem suas atividades virtuais (internet) rejeitadas pela população.

Através de uma enquete realizada pelo próprio site, onde pergunta: O que você achou do site?, o resultado ficou assim: 97% Ruim, 2% Bom e 1% ótimo. O total de votos foram 2055.

Coluna de Hoje, 12/07

Batista Neto

 

Uma “Câmara” de gás!

A casa legislativa da cidade do Ipojuca está cansada de tantos maus administradores. Um município que tanto arrecada não tem condições de equilibrar ou de mostrar algo sustentável à população. Afirmo isso com a mesma propriedade que tenho ao dizer que não observo a saída de um projeto sustentável ao município. Só para relembrar, a câmara de vereadores é exercida por 10 legisladores aptos (considera-se) a legislar, fiscalizar, criar  leis municipais, observar as leis orgânicas e, entre outras incumbências não menos importantes, ser o elo entre o povo e o executivo (prefeito) – que é o órgão que executa o que está sendo colocado em plenárias.

Uma briguinha aqui, outra ali e nada… O verador Carlos Monteiro (PMDB) é um dos vereadores que mais tem sua ficha manchada. Cerca de três anos atrás, ele foi manchete na televisão durante o programa de Graça Araújo (TVJORNAL/SBT), onde se envolve num esquema com bens incompatíveis com sua receita. Ainda não saiu a conclusão, embora o vereador afirme ser inocente da acusação e suposta perseguição de um delegado estadual. Seu antecessor, Nen Batatinha, também está envolvido em esquema arbitrários – segundo a justiça. O caso mais recente é o dos cartões.

Enquanto isso, a população quer sabe quando é que vai ser ressarcida dos impostos que são pagos todos os meses. Está na hora de parar com essa briguinha de cumpadres e trabalhar em prol de um povo tão sofrido, como é o de Ipojuca.

ROMERO PERFEITO: Esse slogam circula nas ruas de Ipojuca. Refere-se a possível pré-candidatura a prefeito do vereador Romero Sales (PMDB), em Ipojuca. Ele afirma que não autorizou niguém a fazer isso, mas seu reduto externa a vontade de tê-lo ocupando a principal pasta do município.

STANDBY: O vereador e presidente da câmara municipal do Cabo de Santo Agostinho, Gessé Valério (PTB), está de repouso e em breve aparecerá nas ruas.

ENQUANTO ISSO…: O vice-prefeito Vado da Farmácia está fazendo suas “correrias” para ter o nome em evidência nas pesquisas encomendadas pelo prefeito Lula Cabral, que mandou os três maiores expoentes políticos da cidade: Gessé Valério, Vado da Farmácia (PDT) e Edna Gomes (PTB) correrem atrás do prestígio do povo para ter a indicação dele.

“Se Serafim não decidir até agosto deste ano, nós vamos viabilizar a sucessão da prefeitura de Ipojuca”, Fernando

Fernando nega ser oposição

Compondo a cadeira dos indignados pela suposta falta de articulação do executivo com a câmara, Fernando de Fausto (PSL) comentou, por telefone, que o prefeito Pedro Serafim (PDT) tem até agosto para decidir sua sucessão, caso contrário a câmara fará seu candidato. “Nós não estamos tendo espaço para conversar sobre o assunto com o prefeito. A reunião que haveria esta semana foi adiada para a próxima. Caso não seja definido esse assunto até agosto, a câmara vai discutir e lançar seu candidato”.

Fernando comentou, também, a importância do distrito de Camela ter seu representante na prefeitura. “Hojé é estratégico termos o vice-prefeito sendo natural de Camela. Esse distrito é o que sempre decidiu as eleições municipais”.

Perguntado se ele seria a bola da vez, Fernando disse que “ouvi comentários de que meu nome estaria em evidência, mas até o momento não tem nada formalizado”.

FERNANDO SAI VICE DE CARLOS SANTANA: Perguntado da sua possível ida para o lado do deputado Carlos Santana (PSDB) – como vice dele – Fernando desmente: “eu faço parte do grupo do prefeito. Isso é especulação”.

O vereador finalizou a conversa dizendo que tudo depende do grupo e que não faria “graça” para ninguém, pois estava no 3º mandato como vereador (pouco mais de dez anos) e se tiver que arriscar, arriscaria o 4º e não de ser vice de uma pessoa que não conhece a realidade do povo ipojucano. “Eu não vou sair vice de uma pessoa que o povo não aprova. Prefiro garantir meu quarto mandato”, finalizou, Fernando.